"Nem vem tirar meu riso frouxo, com algum conselho. Que hoje eu passei batom vermelho. Eu tenho tido a alegria como dom, em cada canto eu vejo o lado bom."
Maísa, 14 anos, Brasil.
Aos 14, eu conheci a garota mais linda da minha cidade. Aos 15, nós tivemos uma briga terrível e não nos falamos por 1 ano. Aos 16, reencontrei ela em um supermercado, 5 minutos de conversa e eu me vi apaixonado. Aos 17, eu comecei a namorar com a garota mais bonita da cidade. Aos 22, eu fiquei noivo da mulher mais linda do país. Aos 25, eu estava casado com a mulher mais linda do mundo. Aos 27, eu tive um filho com a mulher mais madura que já conheci. Aos 29, eu tive uma filha, a filha mais linda da cidade. Aos 40, eu fiz 15 anos de casado com a mulher mais interessante do universo. Aos 50, eu percebi que nunca tinha tido olhos para outra, nesse mesmo ano, eu percebi que eu era um homem realizado. Aos 60, eu vi a mulher mais linda do mundo continuar sendo a mulher mais interessante do universo. Aos 76, eu senti falta dessa mulher, a mulher mais incrível do mundo, agora só existia em fotografias. Aos 78, eu senti que não tinha mais vida sem ela; nesse mesmo ano, eu me entreguei para viver a eternidade ao lado dela, seja lá onde fosse.
Autor Desconhecido. (via florejaste)
Ainda não contei de você a ninguém. Acho meio arriscado ou, quem sabe, mera superstição. Eu sei que as pessoas vão me pedir cuidado. Assim me guiei por uma vida toda e foi exatamente isso que hoje me faz uma pessoa contando uma história de amor sem nunca ter protagonizado uma. De um jeito ou de outro, sempre soube que pegar leve era uma forma de me manter todas as minhas metades comigo mesma, até então sem saber pra quê servia isso. Só pude ver o tamanho do erro no seu sofá-cama, no meio de um beijo estranho. Você engolindo minhas lágrimas bobas, lambendo minhas bochechas nos créditos de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, que, aliás, a única coisa que entendi do filme é que o amor é uma coisa bem complicada. Você tentou me explicar por partes, e eu me senti menos burra e ridícula, embora com os olhos ainda aguados. Pega no meu queixo e diz que não sou só eu que sinto medo aqui. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. Parece que sou mesmo seu foco de vida, mas também pode ser que você ande apenas distraído do resto do mundo. Ou, vai que você tá mesmo certo, as coisas são assim mesmo, o amor invade pela boca enquanto a gente se olha e fica rindo.
Gabito Nunes. (via recomendar)
Eu não preciso conhecer o resto do mundo pra saber que ninguém é tão bom pra mim igual você é.
Carol Alves, promisse.  (via com-versos)
Mas, por favor. Não vamos confundir ausência com indiferença. Não vamos justificar abandono com falta de tempo.
Romulo Assis (via romantizar)
Mas é engraçado, o amor não dói. E não, não me faça essa cara de espanto, eu repito: o amor não dói. O ciúme, a insegurança, a desconfiança, a falta de, o medo de perder a pessoa amada, o medo de amar, o medo de nunca ter sentido tamanha felicidade na vida inteirinha, isso sim dói. O amor, amor como sentimento, amor como coisa plena, amor como som no peito, amor como sorriso no olho, amor como poesia na boca, amor como amor, esse não dói.
Clarissa Corrêa.  (via apagou)
Ela tinha medo que desse errado, eu tinha medo que desse certo.
Soulstripper  (via desabar-me)
Ele era o calor, ela o frio. Ele era o verão, ela o inverno. Ele era certo, ela a errada. Ele era o silêncio, ela o barulho. Ele era a solução, ela era o problema. Ele era um sonho, ela era o pesadelo. Ele era calmo, e ela era o exagero. Ele era dela, e ela era dele. E assim, se completavam a sua maneira.
Bianca Menezes.    (via apagos)
Um “caralho” antes de um “te amo” e tudo fica mais intenso. Amar demais é uma coisa, amar pra caralho é algo infinitamente maior.
Me diz alguma coisa, vai. Me fala tudo aquilo que eu ando louco pra ouvir da sua boca. Sussurra, então. Ou me ensina a receptar telepatia. Porque eu já estourei minha cota de intuição. Diz que me adora, que gosta de mim, que sente saudades minhas e uma vontade insana de me ver em plena quarta-feira. Sei que não muda nada, mas eu preciso ouvir.
Gabito Nunes.  (via assoprador)
Metade de mim já se alterou, mas a outra metade é a mesma, metade de mim é multidão, outra metade é solidão, metade de mim é só risos, outra metade é só pranto, metade de mim é só amor, outra metade é só frieza, metade de mim já morreu, outra metade, sobreviveu. Metade de mim é só inocência, outra metade pura malícia, metade de mim é ironia, outra metade é sinceridade, metade de mim é bastidor, outra metade, é protagonista, metade de mim é palhaçada, outra metade, é seriedade, metade de mim é desastrada, outra metade é delicada, metade de mim já se foi, outra metade, ficou mais forte, metade de mim é preto e branca, outra metade é colorida, metade de mim é permanente, outra metade, de repente, metade de mim é igualdade, outra metade é diversidade, metade de mim virou pedra, outra metade, floresceu, metade de mim é só ruídos, outra metade é só silêncio. Porque metade de mim é todo mundo, mas a outra, absolutamente ninguém.
Jhennfer Wernek. (via cissuras)